sábado, 9 de junho de 2012

LAOS: jovem é perseguida por parentes




Phum, uma jovem de 17 anos da tribo Khmu, está sendo perseguida por sua família. Eles não aceitam sua conversão ao cristianismo. Após queimarem a Bíblia e o hinário dela, eles a proibiram de frequentar a igreja e até mesmo a ameaçaram de morte. Tudo na tentativa de persuadi-la a negar sua fé.
Phum tornou-se cristã após aceitar o convite de um amigo para ir à igreja, que fica na província de Oudomxay. Sedenta para saber mais sobre Cristo, Phum estudou a Bíblia e passou a frequentar a igreja toda semana. Sabendo que sua família iria desaprovar – especialmente seu irmão mais velho, que trabalha para o Partido Patriótico do Laos – ela tentou esconder aonde ia a cada domingo.
Cerca de dois meses se passaram até que as saídas de Phum começou a chamar a atenção. Quando lhe perguntaram onde estava indo, Phum lhes disse que havia se tornado cristã. Eles a acusaram de trair o seu país ao seguir uma religião estrangeira. Tentando fugir das pesadas acusações, Phum trancou-se no quarto, enrolou-se num cobertor e começou a ler a Bíblia em voz baixa.
Nos dias seguintes Phum tentou continuar indo nos cultos, mas sua família fez de tudo para impeli-la de praticar sua fé. Seu pai dando-lhe tarefas de casa todos os domingos. Seu irmão batendo nela com uma vara de madeira.
Após perder os cultos por duas semanas, Phum caminhou pelas vários quilômetros até a casa de seu líder de igreja. Chorando, pediu desculpas por não por ir mais à igreja. Apesar de obedecer a todas as ordens de sua família, eles continuaram a repreendê-la diariamente, e seu irmão queimou sua Bíblia e hinário. Além disso, deram um aviso bastante perturbador: se ela insistisse em ir à igreja eles a colocariam na cadeia ou até mesmo a matariam.
Por favor, orem para que o Senhor toque os corações da família de Phum para que ela possa continuar a frequentar os cultos e para que lhe seja permitido ter uma Bíblia.


CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA DA SENAMI NA REGIÃO NORTE - CACOAL - RO








A SENAMI - Secretaria Nacional de Missões - CGADB e (CPAD) realizará a Conferência Missionária da Região Norte na cidade de Cacoal - RO no período de 21 a 23 de junho de 2012.

A Conferência Missionária será realizada na Assembleia de Deus em Cacoal - RO liderada pelo Pr Nelson Luchtenberg que também preside a CEMADERON.

Venha participar conosco e faça já a sua inscrição através de nosso hotsite do evento.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Acontece em Missões: A brasileira e as afegãs


Acontece em Missões: A brasileira e as afegãs:   Por   D. César , da missão Interserve Brasil-CEM .....................................................................................

A brasileira e as afegãs


 Por D. César, da missão Interserve Brasil-CEM

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A capa da revista Veja de 19 de maio traz uma rica e bem apresentável mulher brasileira e, no canto superior esquerdo,
duas mulheres afegãs cobertas pela típica burca azul.

A brasileira ilustra a reportagem de capa de 15 páginas "O milionário mora ao lado". As afegãs ilustram a reportagem
de mesmo número de páginas "Afeganistão – um inferno para as mulheres".

A primeira reportagem afirma que seis brasileiros de classe média se tornam milionários a cada hora – em outras palavras, temos um novo milionário a cada 10 minutos no Brasil. Incrível. A segunda reportagem afirma que 57% das afegãs se casam antes da idade
mínima permitida por lei, de 16 anos – e, claro, com maridos geralmente mais velhos, escolhidos por outros.
Incrível também. No Afeganistão apenas 15% das mulheres com mais de 15 anos sabem ler e escrever.
Mais incrível ainda é saber que 87% das desnutridas afegãs sofrem violência física, sexual ou psicológica –
82% destas dos próprios familiares (leia-se maridos, na maior parte dos casos).

Não dá para continuar insensível. Só não vê quem não quer. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

A capa da revista é uma pregação por si mesma. O contraste atesta mais uma vez que o Brasil evangélico
de hoje tem condições e obrigações de fazer muito mais pelos seus pobres e pelos pobres do mundo afora.
Ainda mais os pobres que não conhecem a graça redentora de Jesus.

Pelo menos por amor e temor a Deus, criador de todos neste mundo, e por gratidão àqueles que deixaram sua
zona de conforto e vieram dividir conosco esta "maravilhosa graça" – não muitos anos atrás.

Está mais do que na hora de deixarmos de ouvir a vergonhosa estatística de que o brasileiro contribui, em média,
com míseros R$ 2,30 para missões – o equivalente a um refrigerante por ano. Nós podemos e devemos ser e fazer
muito mais do que isso.

Que Deus tenha misericórdia de nós.

Programa Dentista Cidadão das missões batista atende comunidades carentes do Pará


O Programa Dentista Cidadão acaba de realizar a primeira fase do Projeto Restaurar Ribeirinho com o barco hospital "Luz para a Amazônia" da Sociedade Bíblica do Brasil em Belém do Pará.

"Percorremos as comunidades de Vila São José e Santa Clara às margens do rio cará-cará na região do Marajó (PA), atendendo cerca de 100 pessoas com mais de 380 procedimentos odontológicos", afirma Dani Alves Paes, coordenador do Programa Dentista Cidadão.

A meta é mapear a saúde bucal e a evolução das doenças bucais da população ribeirinha da Ilha de Marajó. "A ação só foi possível graças às parcerias com as Universidades CESUPA e UFPA de Belém do Pará e o apoio da FGM Produtos Odontológicos, que cedeu os materiais necessários para os procedimentos. Destaque também para o trabalho das voluntárias Dra. Andréa Barros e a acadêmica de odontologia da UFPA Helen Suely Damasceno do Carmo que de forma valente contribuíram com o sucesso desse trabalho", acrescenta Paes.

"O Barco hospital Luz na Amazônia" percorre as comunidades ribeirinhas de Marajó há mais de 30 anos, levando atendimento médico, odontológico, laboratorial e farmacêutico.

Segundo o IBGE, no Brasil há mais de 25 milhões de pessoas que não têm acesso à saúde bucal; 45% da população brasileira (cerca de 81 milhões) não tem acesso a escovas de dentes; 13% dos adolescentes nunca foram ao dentista; 60% dos adolescentes já perderam ao menos 1 dente, 93% por cárie; e 78% dos adultos entre 35 e 44 anos apresentam doença periodontal, geralmente causada pela falta de cuidado na higiene da boca e que leva à perda dos dentes a médio prazo.

O Dentista Cidadão é um dos programas de inclusão social desenvolvido pela Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira, cuja atuação abrange a ação social através de programas e projetos em todo o território nacional. Tem por objetivo prestar atendimento odontológico gratuito às comunidades com precário acesso à saúde bucal. Objetiva ainda educar e prevenir a população sobre os principais problemas bucais. Para o desenvolvimento de suas ações, o Dentista Cidadão conta com o apoio de parceiros, igrejas, empresas do ramo odontológico, voluntários e de profissionais que, voluntariamente, se disponibilizam para atendimento à população.

Informações sobre o programa através do e-mail dani.alves@missoesnacionais.org.br ou pelos telefones (21) 2107-1811, (21)2107-1835 e (47) 9628-2429.



Fonte: Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira

Acontece em Missões: Cristãos indianos perseveram na fé

Acontece em Missões: Cristãos indianos perseveram na fé: O som de celebração reverberou pelos dois vilarejos até as montanhas de Kandhamal, no estado de Orissa, na Índia. Era um dia frio de...

Cristãos indianos perseveram na fé


Mas, há apenas dois anos, os cristãos dos vilarejos de Badabanga e Bandabaju mal podiam articular seu desespero.
Localizadas no interior atingido de Kandhamal, as duas comunidades cristãs estavam desabrigadas desde que extremistas hindus irromperam em violência em agosto de 2008, matando 120 cristãos, destruindo centenas de igrejas e derrubando 6 mil casas na região. Cerca de 52 mil cristãos ficaram desalojados em Orissa.
Expulsos de seus vilarejos, os cristãos sobreviventes foram avisados que somente teriam permissão para voltar se renunciassem sua fé em Cristo. Então, escolheram permanecer fora de seus vilarejos, construindo abrigos para si com galhos, folhas de plástico rasgado ou tijolos de barro bruto.
Durante meses, esses cristãos sem terra não tiveram nenhuma fonte de renda. Os negociantes hindus não os empregavam mais como diaristas para cortar pedras. As mulheres foram banidas das florestas, onde sempre tinham estado, juntando folhas para fazer pratos de folhas e vendê-los. Pais temerosos não ousavam mais enviar seus filhos para a escola, onde eram firmemente discriminados pelos colegas hindus.
O auxílio da Portas Abertas
Quando a Portas Abertas inspecionou as duas comunidades, estava claro que esses cristãos precisavam não apenas de ajuda humanitária, mas de reabilitação prática. “Eles precisavam ser capacitados, não alimentados, de forma a recuperar sua dignidade e sua vida”, explicou um obreiro de campo da Portas Abertas. Poucas organizações cristãs estavam dispostas a trabalhar na região montanhosa de Kandhamal, onde guerrilheiros maoístas são uma ameaça constante.
Para iniciar o processo de capacitação, a Portas Abertas introduziu grupos celulares em ambas as comunidades. Conduzido por moradores dos vilarejos, mas assistido por um guia e orientador de Portas Abertas, os grupos celulares se reuniam semanalmente para estudo bíblico, mas também organizavam múltiplas atividades voltadas para o desenvolvimento urgente e necessário da comunidade local.
A maioria dos adultos não sabia ler nem escrever. Então, iniciou-se um projeto de alfabetização adulta para ajudar a resgatá-los da pobreza. Ao mesmo tempo, foram abertas escolas-pontes* para seus filhos, protegendo-os da forte discriminação que enfrentavam nas escolas locais. De forma significativa, as crianças hindus logo superaram em número os alunos cristãos, dando oportunidade a crianças de ambas as origens de ouvir histórias do Evangelho e mensagens cristãs em um ambiente positivo.
Um projeto de habitação permitiu que todos os que tinham perdido suas posses construissem novas casas. Uma viúva idosa, em Badabanga, estabeleceu o exemplo ao doar seu terreno para assentar todas as famílias cristãs expulsas de seus vilarejos. A despeito de suas próprias perdas, seus filhos concordaram em sacrificar sua herança, compartilhando sua propriedade com seus irmãos e irmãs em Cristo.
Todos os membros dos grupos celulares foram encorajados a economizar seus ganhos, ajudando-os a abrir contas bancárias para iniciar pequenas bases monetárias. Almoços comunitários foram organizados periodicamente para prover oportunidades de comunhão e compartilhamento.
Um fornecimento de cobertores ajudou os cristãos desalojados a suportarem o frio do inverno das montanhas e, Portas Abertas, também distribuiu bicicletas para facilitar o ministério de pastores e evangelistas locais.
“Eu creio que um dia, nosso vilarejo será definitivamente um modelo para os outros!”, disse Sunil Nayak, de Bandabaju. Após perder tudo e lutar para sobreviver, ele e sua família tinham vivido sob uma cobertura de plástico. “Durante o verão, sentíamos o calor escaldante nos fazendo derreter. Na estação das chuvas, a água jorrava para dentro e, algumas vezes, o vento levava nosso abrigo para longe. No inverno, nós tremíamos enquanto dormíamos no chão”.
“Mas agora minha família pode permanecer junta e ser protegida do calor, da chuva e do frio. É difícil acreditar que tenho minha própria casa! Agradeço a Deus por enviar a Portas Abertas para o meu vilarejo”.
“Estava além de minha imaginação que eu pudesse ter uma bela casa para minha família”, disse Balma Digal, uma viúva com três filhos e uma sogra de 70 anos para cuidar. Após perder tudo na violência de 2008, ela e sua família se esconderam na mata para não serem mortos e, então, viveram em vários campos de refugiados por quase dois anos. Após se juntar à célula de seu vilarejo, Balma disse: “Nosso Deus é tão maravilhoso.
Aqui estou eu nutrida espiritualmente e tendo boa comunhão com outros cristãos. Sou muito grata a Deus e a Portas Abertas pelo seu cuidado especial para conosco”.
Através de várias iniciativas de Portas Abertas, Balma aprendeu a ler e a escrever, seus filhos entraram na escola-ponte para continuar seus estudos e, agora, tem sua própria casa.
Quando Godabori Pradhan voltou a Badaganga, morou fora do vilarejo em uma casa improvisada por mais de dois anos. “O que chamamos de casa é apenas palha coberta com folhas de plástico”, disse ele. “Não possuímos nenhuma fonte de ganho, exceto pela venda de madeira e corte de pedras”.
Durante a violência, Godabori perdeu seus animais domésticos, sua única fonte de renda. Desesperado de que nunca mais conseguiria ter um par de bois novamente, agora ele diz: “Deus tinha um grande plano para nós por trás de todos esses problemas e sofrimentos.
Através de Portas Abertas, Ele me deu um par de bois! Deus é capaz de fazer qualquer coisa em nossa vida, se crermos nEle”.
*As escolas desses vilarejos não fornecem ensino de qualidade. A escola-ponte que a Portas Abertas abriu age como uma ponte entre a escola regular e os alunos. As aulas são dadas em um local comum (escolhido) cada dia após a escola regular e os alunos revisam o que lá foi ensinado. A escola-ponte fornece ensino de boa qualidade e atenção pessoal às crianças. Não apenas os pais cristãos, mas os pais hindus também vieram pedir permissão à Portas Abertas para colocarem seus filhos nas escolas-pontes. E agora as crianças hindus superam em número as cristãs. Recentemente, a comunidade hindu pediu à Portas Abertas para abrir uma escola-ponte dentro de seu vilarejo, oferecendo o espaço do Centro Comunitário. A escola-ponte tem sido um salto gigantesco em direção à reconciliação. 
FontePortas Abertas
TraduçãoGetúlio Cidade